quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Tudo mudar.

“Lua de prata no céu, o brilho das estrelas no chão. Tenho certeza que não sonhava. A noite linda continuava e a voz tão doce que me falava: O mundo pertence a nós.”
 Dê-me um momento desses, e te juro, terás minha felicidade. Mas bem, juras de amor são tão clichês. E qual amor não é clichê? É tudo sempre tão clichê. É clichê quando você se pega suspirando por alguém, ou até com raiva de si mesmo por estar pensando tanto nesse alguém. É clichê quando você para e cai em uma realidade absoluta e diz pra si mesmo ou pra quem quiser escutar: É, eu acho que estou apaixonado. E daí por diante, pode-se considerar que a sua vida mudou. Meu Deus, quão clichê é isso?
E eu prezarei por este momento.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Inteligência a parte.

Inteligente é aquele que passa por inúmeros problemas consciente de que quando tudo acabar vai ver que os mesmos são menores do que muitos outros alheios e vai dar risada disso tudo. Assim mesmo é encarar a vida de bom humor.

In a good mood

Bom humor. Se você não tê-lo por si mesmo, quem é que vai ter?

Afinal

O que é melhor? Estar seguro ou arrependido?

Deixa estar

Bem, acho que já basta. Eu só acho que eu me cansei. Na verdade não totalmente, vamos ter paciência. Eu só acho que me rendi. É! Eu me rendo. Lavo as minhas mãos. Agora você vai ter que ir pelos seus princípios, e se quiser opinião, peça-a. Não vou mais sair correndo atrás perguntando o que houve, e nem se você esta bem. E se quiser saber, estou bem, obrigada. Passar bem.

I felt that

Eu sabia. Eu sabia que os meus sentimentos por você ainda estavam aqui. Eles estavam dormindo. Mas estavam prontos pra acordar a qualquer hora, era só você despertá-los. Eu bem esperava que eles ainda estivessem prontos quando você decidisse acordá-los. Mesmo sabendo que eles ainda possam estar aqui, eu os renego. Eu não os quero mais. São inúteis. São coisas que mesmo sabendo que é algo que faz pouco tempo, já faz parte de um passado distante. E o passado, pra mim, é só lembrança de o que um dia foi bom, e passou. É algo inesquecível. E isto é bom, não?

domingo, 23 de janeiro de 2011

Eu x Eu

Eu sou meio termo. Eu sempre disse ser assim, estava sempre no meio. Mas como as coisas mudam! Eu  descobri que também sou contraditória. Perdi as contas de quantas vezes fui extremista. Eu queria sempre mais. Se o tempo estava frio agradável, eu queria extremamente frio para que eu pudesse me enrolar com inúmeros lençóis. E se estivesse um clima meio quentinho, eu queria muito quente pra quando eu fosse tomar banho eu sentisse tanto prazer quanto me deitar depois de um dia corrido e de uma alta carga de trabalho. Aí eu via que nem sempre eu era o meio termo que dizia ser. É bom se desafiar, se contradizer. Saber que a sua mente, você, pode ir muito além do que você pensa que já está no se limite. É bom ser constantemente ilimitada.